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LUGARES, VIAGENS E AVENTURAS   Trata-se de um livro sobre viagem, mas como você nunca viu. São relatos em primeira pessoa que contam histórias e contextualizam a cultura local com a universal, ressaltando o que há de mais belo e interessante nos lugares visitados. E ainda o lado árduo da viagem, em seu caráter emergencial e incerto, do qual depende a própria sobrevivência do viajante. São locais da Europa, da América, Ásia e Antártica, registrados em textos e imagens que fogem do lugar-comum, do trivial, e trazem um novo pensamento sobre a arte de viajar. Um livro de aventuras que busca divertir e informar o leitor de um jeito diferente. Organizadores : Flavio F. A. Andrade - Reinaldo Reigrimar Formato : 16 x 23 Publicação : Revista Griffe Número de páginas : 116 ISBN : 9788561788025 O FEITIÇO DO CINEMA – ensaios de Griffe sobre a sétima arte Coletânea de ensaios sobre cinema, elaborados por professores das mais prestigiadas faculdades do Brasil. Teoria, ...
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"Oitava música do projeto "Num Cômodo Qualquer". Ela foi feita em homenagem à todos aqueles que amam sua terra natal como eu. Ela também será a trilha do filme "Córrego do Ferro" dirigido e idealizado por Jelles Ribeiro. OUÇAM, COMPARTILHEM, FAÇAM O DOWNLOAD GRATUITO." Plínio Ruas.  https://soundcloud.com/plinio-ruas/asraizesnaoseescondem

Ah! Moleque

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“Ah! Moleque”, esse é o nome da nova composição autoral de  Plínio Ruas , ela foi feita para homenagear seu sobrinho João Lucas, que inclusive fez a participação na música... De qualquer forma essa homenagem se estende à todos aqueles que ten ham um filho, sobrinho, neto, etc... A música pode ser baixada gratuitamente pelo  https://soundcloud.com/plinio-ruas/ahmoleque A foto de capa foi feita por Flavio Andrade. Para quem ainda não curtiu a FANpage, clique aqui: https://www.facebook.com/plinioruasoficial

MÚSICA NOVA de Plínio Ruas

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MÚSICA NOVA de  Plínio Ruas   "A decepção... os minutos que antecedem uma decisão... e será que o seu fardo é tão pesado? Lhe convido à uma reflexão escutando essa canção e quem sabe assim, comece ou continue a semear a felicidade como deveria. (Baixe gratuitamente)" *Fotografia de Capa: Flavio F. A. Andrade  Flavio Andrade ) Baixe gratuitamente: https://soundcloud.com/plinio-ruas/caminhosdiferentesplinioruas#t=0:00

O continente branco: viagem ao fim do mundo

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JOSÉ HENRIQUE FERNANDEZ Viajar sempre foi um fascínio para a alma humana. Os primeiros aventureiros que se lançaram nas “estradas” do mundo sempre buscaram alargar fronteiras, fossem elas pessoais, de seu grupo local ou de sua nação. Em busca de interesses econômicos, bélicos, científicos, religiosos ou mesmo movidos apenas por curiosidade nata, os primeiros viajantes, com certeza, tinham algo em comum, o espírito aventureiro. É inegável o prazer que se tem pela aventura, pela busca de novas emoções, novos conhecimentos — e autoconhecimento —, novos relacionamentos, desenvolvimento de novas habilidades. E viajar propicia tudo isso. Minha viagem também foi para ampliar fronteiras, as fronteiras do conhecimento. Sou físico e doutor em geofísica espacial e a viagem que vou narrar aqui foi uma viagem à Terra do Gelo Eterno, a Antártica... Uma vez disse John Lennon: “estive em muitos lugares, mas só me encontrei em mim mesmo”. Bem, então eu acho que sempre estive ao sul do paralel...

Ataque cotidiano de vida

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ANNA CAROLINA No mundo, estava eu quentinha e confortável na minha São Paulo acinzentada, mas essa ânsia, essa carência de tudo, essa inquietação dos que reservam um tempo do dia para devaneios, fez-me abandoná-la para descobri-la. Parti para encontrar, em Londres, punks sujões, como os manuais de rock and roll indicavam. Se me perguntarem: foi ao Big Ben? Direi não; foi a Notting Hill? Não também. O que, afinal, foi fazer em Londres? Fui descobrir segredos, descobrir Jonnhy mais um pouco, descobrir a minha São Paulo acinzentada, e caminhar pelas ruas, também cinzas, de Londres. Andei, andei, pensei e pensei, como faço em todas essas viagens solitárias. Neguei-me a me misturar na massa de turistas que se empurravam em frente ao Big Ben e preferi observar as cores fortes da paisagem londrina que apareciam para quebrar a monotonia do cinza constante. As damas andavam cobertas por casacos pretos, e, de repente, surgia um batom vermelho gritante, e os ônibus e táxis, de um vermelh...